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		<title>Gospel Translations - User contributions [en]</title>
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		<id>http://en.gospeltranslations.org/wiki/How_God_and_Christians_Treasure_Christ,_Part_2/pt</id>
		<title>How God and Christians Treasure Christ, Part 2/pt</title>
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				<updated>2009-08-12T00:21:11Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Beta Cummins: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= &amp;amp;nbsp;{{info|Como Deus e Cristãos Têm Apreço por Cristo - Parte 2}}  =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro vimos (no artigo da semana passada), que apreciar a Cristo é 1) em primeiro lugar, absolutamente em primeiro lugar – algo que Deus nosso Pai faz em seu coração. Em seguida 2) é algo que o Espírito Santo derrama dentro de nossos corações, então, apreciar a Cristo é o que nosso coração faz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Em terceiro lugar, apreciar a Cristo é a notícia que espalhamos para outros no poder do Espírito.  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evangelho de Jesus Cristo é a notícia que informa que os pecadores não têm que se deparar com “a ira do Cordeiro” (Apocalipse 6:16), mas recebê-lo com nosso Tesouro, pleno de satisfação. Se nos redimirmos de apreciar o mundo mais que a Cristo e, em vez disso, recebermos a Cristo como nosso Salvador e Senhor e como o Tesouro de nossas vidas, “o cordeiro no meio do trono será [nosso] pastor, e irá [nos] guiar às fontes de água viva, e Deus enxugará cada lágrima de nossos olhos (Apocalipse 7:17). A boa nova de Cristo não é meramente que ele nos liberta da ira, mas que se torna nosso Tesouro. O evangelho não é meramente a ausência de dor, mas a presença de gozo eterno, nomeadamente, Cristo.&amp;lt;br&amp;gt;Estas são as boas novas que espalhamos. Pregamos a Deus como Salvador e Senhor, e, todo seu governo salvador e magnífico como o Tesouro da vida, pleno de satisfação. Não oferecemos somente perdão para os pecados. Não oferecemos somente a imputação da virtude de Cristo. Não oferecemos somente a liderança e proteção do Senhor Jesus. Oferecemos Cristo como o Tesouro que todos os nossos anseios têm apontado. Todo o nosso desejo de posse tem apontado a isto. Toda a nossa luxúria tem apontado a isto. Todos os nossos vícios têm apontado a isto. Toda a nossa solidão tem apontado a isto. Todos os nossos desejos de casamento, amizades e sucesso e lazer e diversão e significância e influência têm apontado a Cristo, nosso Tesouro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos feitos para apreciar a Cristo. Assim também todas as pessoas do mundo. Esta é a notícia que espalhamos. Cristo morreu pelos pecadores para que cada obstáculo de culpa e corrupção e ira divina pudessem ser removidos dentre nós e nosso Tesouro pleno de satisfação. O final do evangelho aprecia a Cristo. Esta é a notícia que espalhamos. (Para mais meditações, veja Filipenses 3: 7-8; Mateus 13:44; João 15:11; 1 Coríntios 16:22). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== '''Em quarto lugar, apreciar a Cristo é algo que mantemos nos organismos bíblicos chamados igrejas.'''  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas agora, depois de vermos, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*primeiro, que apreciar a Cristo é a experiência definitiva e eterna do próprio Deus, pois que ele aprecia o Filho, e &lt;br /&gt;
*segundo, que apreciar a Cristo é uma experiência que o Espírito Santo derrama dentro de nossos corações por sua presença exaltante de Cristo em nós, &lt;br /&gt;
*e, terceiro, que apreciar a Cristo é o objetivo das boas novas que espalhamos – que Cristo morreu e ressucitou para remover nosso pecado e a ira de Deus para que o povo justificado possa desfrutar de Cristo como seu tesouro para sempre-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
apenas agora é que podemos ver claramente porque a Igreja Batista de Belém chama nossa estratégia multiplicadora de ''Apreciando Juntos a Cristo''. Apenas agora podemos ouvir estas palavras pelo que elas realmente significam quando dizemos que ''Apreciando Juntos a Cristo ''é um movimento multiplicador de múltiplos campus, novas igrejas, e um Diaconato Global. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma premissa. Esta experiência central do universo e da vida Cristã – nomeadamente, apreciando a Cristo – é mantida dentro das igrejas. Deus ordenou que quando o povo encontrasse o “tesouro escondido no campo [Cristo!]” (Mateus 13:44) e estivesse convertido do apreço ao mundo para o apreço a Cristo, seria mantido e fortalecido e amadurecido e transformado e refinado e guiado e mobilizado nos organismos dos Cristãos chamados igrejas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Paulo diz, com relação à igreja, “que todas as coisas sejam feitas para a edificação” (1 Coríntios 14:26), ele quer dizer aprofundando e intensificando e fortalecendo a experiência de apreciar a Cristo. Para isto é que existe a igreja. A igreja é a noiva de Cristo (Efésios 5:25-32). Assim, as expressões locais da igreja universal (chamadas igrejas) são as de manter as afeições próprias de uma noiva por seu infinitamente valioso marido. Pelo ministério da Palavra (João 15:11) no poder do Espírito (João 16:14), a igreja mantém a experiência de apreciar a Cristo – por seus membros e pelo mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, oremos e trabalhemos por esta grande causa de gozar e manter e espalhar e mostrar a profunda experiência de apreciar a Cristo. E, para este fim, que amemos a multiplicação e crescimento das igrejas onde isto é mantido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Afetuosamente,&amp;lt;br&amp;gt;Pastor John&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Beta Cummins</name></author>	</entry>

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		<title>How God and Christians Treasure Christ, Part 2/pt</title>
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				<updated>2009-08-12T00:13:57Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Beta Cummins: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= &amp;amp;nbsp;{{info|Como Deus e Cristãos Têm Apreço por Cristo - Parte 2}}  =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro vimos (no artigo da semana passada), que apreciar a Cristo é 1) em primeiro lugar, absolutamente em primeiro lugar – algo que Deus nosso Pai faz em seu coração. Em seguida 2) é algo que o Espírito Santo derrama dentro de nossos corações, então, apreciar a Cristo é o que nosso coração faz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Em terceiro lugar, apreciar a Cristo é a notícia que espalhamos para outros no poder do Espírito.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evangelho de Jesus Cristo é a notícia que informa que os pecadores não têm que se deparar com “a ira do Cordeiro” (Apocalipse 6:16), mas recebê-lo com nosso Tesouro, pleno de satisfação. Se nos redimirmos de apreciar o mundo mais que a Cristo e, em vez disso, recebermos a Cristo como nosso Salvador e Senhor e como o Tesouro de nossas vidas, “o cordeiro no meio do trono será [nosso] pastor, e irá [nos] guiar às fontes de água viva, e Deus enxugará cada lágrima de nossos olhos (Apocalipse 7:17). A boa nova de Cristo não é meramente que ele nos liberta da ira, mas que se torna nosso Tesouro. O evangelho não é meramente a ausência de dor, mas a presença de gozo eterno, nomeadamente, Cristo.&amp;lt;br&amp;gt;Estas são as boas novas que espalhamos. Pregamos a Deus como Salvador e Senhor, e, todo seu governo salvador e magnífico como o Tesouro da vida, pleno de satisfação. Não oferecemos somente perdão para os pecados. Não oferecemos somente a imputação da virtude de Cristo. Não oferecemos somente a liderança e proteção do Senhor Jesus. Oferecemos Cristo como o Tesouro que todos os nossos anseios têm apontado. Todo o nosso desejo de posse tem apontado a isto. Toda a nossa luxúria tem apontado a isto. Todos os nossos vícios têm apontado a isto. Toda a nossa solidão tem apontado a isto. Todos os nossos desejos de casamento, amizades e sucesso e lazer e diversão e significância e influência têm apontado a Cristo, nosso Tesouro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos feitos para apreciar a Cristo. Assim também todas as pessoas do mundo. Esta é a notícia que espalhamos. Cristo morreu pelos pecadores para que cada obstáculo de culpa e corrupção e ira divina pudessem ser removidos dentre nós e nosso Tesouro pleno de satisfação. O final do evangelho aprecia a Cristo. Esta é a notícia que espalhamos. (Para mais meditações, veja Filipenses 3: 7-8; Mateus 13:44; João 15:11; 1 Coríntios 16:22). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Em quarto lugar, apreciar a Cristo é algo que mantemos nos organismos bíblicos chamados igrejas.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas agora, depois de vermos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*primeiro, que apreciar a Cristo é a experiência definitiva e eterna do próprio Deus, pois que ele aprecia o Filho, e &lt;br /&gt;
*segundo, que apreciar a Cristo é uma experiência que o Espírito Santo derrama dentro de nossos corações por sua presença exaltante de Cristo em nós, &lt;br /&gt;
*e, terceiro, que apreciar a Cristo é o objetivo das boas novas que espalhamos – que Cristo morreu e ressucitou para remover nosso pecado e a ira de Deus para que o povo justificado possa desfrutar de Cristo como seu tesouro para sempre-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
apenas agora é que podemos ver claramente porque a Igreja Batista de Belém chama nossa estratégia multiplicadora de ''Apreciando Juntos a Cristo''. Apenas agora podemos ouvir estas palavras pelo que elas realmente significam quando dizemos que ''Apreciando Juntos a Cristo ''é um movimento multiplicador de múltiplos campus, novas igrejas, e um Diaconato Global. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma premissa. Esta experiência central do universo e da vida Cristã – nomeadamente, apreciando a Cristo – é mantida dentro das igrejas. Deus ordenou que quando o povo encontrasse o “tesouro escondido no campo [Cristo!]” (Mateus 13:44) e estivesse convertido do apreço ao mundo para o apreço a Cristo, seria mantido e fortalecido e amadurecido e transformado e refinado e guiado e mobilizado nos organismos dos Cristãos chamados igrejas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Paulo diz, com relação à igreja, “que todas as coisas sejam feitas para a edificação” (1 Coríntios 14:26), ele quer dizer aprofundando e intensificando e fortalecendo a experiência de apreciar a Cristo. Para isto é que existe a igreja. A igreja é a noiva de Cristo (Efésios 5:25-32). Assim, as expressões locais da igreja universal (chamadas igrejas) são as de manter as afeições próprias de uma noiva por seu infinitamente valioso marido. Pelo ministério da Palavra (João 15:11) no poder do Espírito (João 16:14), a igreja mantém a experiência de apreciar a Cristo – por seus membros e pelo mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, oremos e trabalhemos por esta grande causa de gozar e manter e espalhar e mostrar a profunda experiência de apreciar a Cristo. E, para este fim, que amemos a multiplicação e crescimento das igrejas onde isto é mantido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Afetuosamente,&amp;lt;br&amp;gt;Pastor John&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Beta Cummins</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Beta Cummins: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= &amp;amp;nbsp;{{info|Como Deus e Cristãos Têm Apreço por Cristo - Parte 2}} =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Por John Piper&amp;lt;br&amp;gt;Parte da Série See and Taste&amp;lt;br&amp;gt; ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro vimos (no artigo da semana passada), que apreciar a Cristo é 1) em primeiro lugar, absolutamente em primeiro lugar – algo que Deus nosso Pai faz em seu coração. Em seguida 2) é algo que o Espírito Santo derrama dentro de nossos corações, então, apreciar a Cristo é o que nosso coração faz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Em terceiro lugar, apreciar a Cristo é a notícia que espalhamos para outros no poder do Espírito.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evangelho de Jesus Cristo é a notícia que informa que os pecadores não têm que se deparar com “a ira do Cordeiro” (Apocalipse 6:16), mas recebê-lo com nosso Tesouro, pleno de satisfação. Se nos redimirmos de apreciar o mundo mais que a Cristo e, em vez disso, recebermos a Cristo como nosso Salvador e Senhor e como o Tesouro de nossas vidas, “o cordeiro no meio do trono será [nosso] pastor, e irá [nos] guiar às fontes de água viva, e Deus enxugará cada lágrima de nossos olhos (Apocalipse 7:17). A boa nova de Cristo não é meramente que ele nos liberta da ira, mas que se torna nosso Tesouro. O evangelho não é meramente a ausência de dor, mas a presença de gozo eterno, nomeadamente, Cristo.&amp;lt;br&amp;gt;Estas são as boas novas que espalhamos. Pregamos a Deus como Salvador e Senhor, e, todo seu governo salvador e magnífico como o Tesouro da vida, pleno de satisfação. Não oferecemos somente perdão para os pecados. Não oferecemos somente a imputação da virtude de Cristo. Não oferecemos somente a liderança e proteção do Senhor Jesus. Oferecemos Cristo como o Tesouro que todos os nossos anseios têm apontado. Todo o nosso desejo de posse tem apontado a isto. Toda a nossa luxúria tem apontado a isto. Todos os nossos vícios têm apontado a isto. Toda a nossa solidão tem apontado a isto. Todos os nossos desejos de casamento, amizades e sucesso e lazer e diversão e significância e influência têm apontado a Cristo, nosso Tesouro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos feitos para apreciar a Cristo. Assim também todas as pessoas do mundo. Esta é a notícia que espalhamos. Cristo morreu pelos pecadores para que cada obstáculo de culpa e corrupção e ira divina pudessem ser removidos dentre nós e nosso Tesouro pleno de satisfação. O final do evangelho aprecia a Cristo. Esta é a notícia que espalhamos. (Para mais meditações, veja Filipenses 3: 7-8; Mateus 13:44; João 15:11; 1 Coríntios 16:22). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Em quarto lugar, apreciar a Cristo é algo que mantemos nos organismos bíblicos chamados igrejas.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas agora, depois de vermos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*primeiro, que apreciar a Cristo é a experiência definitiva e eterna do próprio Deus, pois que ele aprecia o Filho, e &lt;br /&gt;
*segundo, que apreciar a Cristo é uma experiência que o Espírito Santo derrama dentro de nossos corações por sua presença exaltante de Cristo em nós, &lt;br /&gt;
*e, terceiro, que apreciar a Cristo é o objetivo das boas novas que espalhamos – que Cristo morreu e ressucitou para remover nosso pecado e a ira de Deus para que o povo justificado possa desfrutar de Cristo como seu tesouro para sempre-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
apenas agora é que podemos ver claramente porque a Igreja Batista de Belém chama nossa estratégia multiplicadora de ''Apreciando Juntos a Cristo''. Apenas agora podemos ouvir estas palavras pelo que elas realmente significam quando dizemos que ''Apreciando Juntos a Cristo ''é um movimento multiplicador de múltiplos campus, novas igrejas, e um Diaconato Global. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma premissa. Esta experiência central do universo e da vida Cristã – nomeadamente, apreciando a Cristo – é mantida dentro das igrejas. Deus ordenou que quando o povo encontrasse o “tesouro escondido no campo [Cristo!]” (Mateus 13:44) e estivesse convertido do apreço ao mundo para o apreço a Cristo, seria mantido e fortalecido e amadurecido e transformado e refinado e guiado e mobilizado nos organismos dos Cristãos chamados igrejas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Paulo diz, com relação à igreja, “que todas as coisas sejam feitas para a edificação” (1 Coríntios 14:26), ele quer dizer aprofundando e intensificando e fortalecendo a experiência de apreciar a Cristo. Para isto é que existe a igreja. A igreja é a noiva de Cristo (Efésios 5:25-32). Assim, as expressões locais da igreja universal (chamadas igrejas) são as de manter as afeições próprias de uma noiva por seu infinitamente valioso marido. Pelo ministério da Palavra (João 15:11) no poder do Espírito (João 16:14), a igreja mantém a experiência de apreciar a Cristo – por seus membros e pelo mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, oremos e trabalhemos por esta grande causa de gozar e manter e espalhar e mostrar a profunda experiência de apreciar a Cristo. E, para este fim, que amemos a multiplicação e crescimento das igrejas onde isto é mantido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Afetuosamente,&amp;lt;br&amp;gt;Pastor John&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Beta Cummins</name></author>	</entry>

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		<id>http://en.gospeltranslations.org/wiki/How_God_and_Christians_Treasure_Christ,_Part_2/pt</id>
		<title>How God and Christians Treasure Christ, Part 2/pt</title>
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				<updated>2009-08-12T00:11:00Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Beta Cummins: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= {{Como Deus e Cristãos Têm Apreço por Cristo - Parte 2}} =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Por John Piper&amp;lt;br&amp;gt;Parte da Série See and Taste&amp;lt;br&amp;gt; ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro vimos (no artigo da semana passada), que apreciar a Cristo é 1) em primeiro lugar, absolutamente em primeiro lugar – algo que Deus nosso Pai faz em seu coração. Em seguida 2) é algo que o Espírito Santo derrama dentro de nossos corações, então, apreciar a Cristo é o que nosso coração faz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Em terceiro lugar, apreciar a Cristo é a notícia que espalhamos para outros no poder do Espírito.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evangelho de Jesus Cristo é a notícia que informa que os pecadores não têm que se deparar com “a ira do Cordeiro” (Apocalipse 6:16), mas recebê-lo com nosso Tesouro, pleno de satisfação. Se nos redimirmos de apreciar o mundo mais que a Cristo e, em vez disso, recebermos a Cristo como nosso Salvador e Senhor e como o Tesouro de nossas vidas, “o cordeiro no meio do trono será [nosso] pastor, e irá [nos] guiar às fontes de água viva, e Deus enxugará cada lágrima de nossos olhos (Apocalipse 7:17). A boa nova de Cristo não é meramente que ele nos liberta da ira, mas que se torna nosso Tesouro. O evangelho não é meramente a ausência de dor, mas a presença de gozo eterno, nomeadamente, Cristo.&amp;lt;br&amp;gt;Estas são as boas novas que espalhamos. Pregamos a Deus como Salvador e Senhor, e, todo seu governo salvador e magnífico como o Tesouro da vida, pleno de satisfação. Não oferecemos somente perdão para os pecados. Não oferecemos somente a imputação da virtude de Cristo. Não oferecemos somente a liderança e proteção do Senhor Jesus. Oferecemos Cristo como o Tesouro que todos os nossos anseios têm apontado. Todo o nosso desejo de posse tem apontado a isto. Toda a nossa luxúria tem apontado a isto. Todos os nossos vícios têm apontado a isto. Toda a nossa solidão tem apontado a isto. Todos os nossos desejos de casamento, amizades e sucesso e lazer e diversão e significância e influência têm apontado a Cristo, nosso Tesouro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos feitos para apreciar a Cristo. Assim também todas as pessoas do mundo. Esta é a notícia que espalhamos. Cristo morreu pelos pecadores para que cada obstáculo de culpa e corrupção e ira divina pudessem ser removidos dentre nós e nosso Tesouro pleno de satisfação. O final do evangelho aprecia a Cristo. Esta é a notícia que espalhamos. (Para mais meditações, veja Filipenses 3: 7-8; Mateus 13:44; João 15:11; 1 Coríntios 16:22). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Em quarto lugar, apreciar a Cristo é algo que mantemos nos organismos bíblicos chamados igrejas.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas agora, depois de vermos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*primeiro, que apreciar a Cristo é a experiência definitiva e eterna do próprio Deus, pois que ele aprecia o Filho, e &lt;br /&gt;
*segundo, que apreciar a Cristo é uma experiência que o Espírito Santo derrama dentro de nossos corações por sua presença exaltante de Cristo em nós, &lt;br /&gt;
*e, terceiro, que apreciar a Cristo é o objetivo das boas novas que espalhamos – que Cristo morreu e ressucitou para remover nosso pecado e a ira de Deus para que o povo justificado possa desfrutar de Cristo como seu tesouro para sempre-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
apenas agora é que podemos ver claramente porque a Igreja Batista de Belém chama nossa estratégia multiplicadora de ''Apreciando Juntos a Cristo''. Apenas agora podemos ouvir estas palavras pelo que elas realmente significam quando dizemos que ''Apreciando Juntos a Cristo ''é um movimento multiplicador de múltiplos campus, novas igrejas, e um Diaconato Global. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma premissa. Esta experiência central do universo e da vida Cristã – nomeadamente, apreciando a Cristo – é mantida dentro das igrejas. Deus ordenou que quando o povo encontrasse o “tesouro escondido no campo [Cristo!]” (Mateus 13:44) e estivesse convertido do apreço ao mundo para o apreço a Cristo, seria mantido e fortalecido e amadurecido e transformado e refinado e guiado e mobilizado nos organismos dos Cristãos chamados igrejas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Paulo diz, com relação à igreja, “que todas as coisas sejam feitas para a edificação” (1 Coríntios 14:26), ele quer dizer aprofundando e intensificando e fortalecendo a experiência de apreciar a Cristo. Para isto é que existe a igreja. A igreja é a noiva de Cristo (Efésios 5:25-32). Assim, as expressões locais da igreja universal (chamadas igrejas) são as de manter as afeições próprias de uma noiva por seu infinitamente valioso marido. Pelo ministério da Palavra (João 15:11) no poder do Espírito (João 16:14), a igreja mantém a experiência de apreciar a Cristo – por seus membros e pelo mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, oremos e trabalhemos por esta grande causa de gozar e manter e espalhar e mostrar a profunda experiência de apreciar a Cristo. E, para este fim, que amemos a multiplicação e crescimento das igrejas onde isto é mantido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Afetuosamente,&amp;lt;br&amp;gt;Pastor John&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Beta Cummins</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://en.gospeltranslations.org/wiki/How_God_and_Christians_Treasure_Christ,_Part_2/pt</id>
		<title>How God and Christians Treasure Christ, Part 2/pt</title>
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				<updated>2009-08-12T00:09:58Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Beta Cummins: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= {{Como Deus e Cristãos Têm Apreço por Cristo - Parte 2}}Como Deus e Cristãos Têm Apreço por Cristo - Parte 2&amp;lt;br&amp;gt;Por John Piper&amp;lt;br&amp;gt;Parte da Série See and Taste&amp;lt;br&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro vimos (no artigo da semana passada), que apreciar a Cristo é 1) em primeiro lugar, absolutamente em primeiro lugar – algo que Deus nosso Pai faz em seu coração. Em seguida 2) é algo que o Espírito Santo derrama dentro de nossos corações, então, apreciar a Cristo é o que nosso coração faz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Em terceiro lugar, apreciar a Cristo é a notícia que espalhamos para outros no poder do Espírito.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evangelho de Jesus Cristo é a notícia que informa que os pecadores não têm que se deparar com “a ira do Cordeiro” (Apocalipse 6:16), mas recebê-lo com nosso Tesouro, pleno de satisfação. Se nos redimirmos de apreciar o mundo mais que a Cristo e, em vez disso, recebermos a Cristo como nosso Salvador e Senhor e como o Tesouro de nossas vidas, “o cordeiro no meio do trono será [nosso] pastor, e irá [nos] guiar às fontes de água viva, e Deus enxugará cada lágrima de nossos olhos (Apocalipse 7:17). A boa nova de Cristo não é meramente que ele nos liberta da ira, mas que se torna nosso Tesouro. O evangelho não é meramente a ausência de dor, mas a presença de gozo eterno, nomeadamente, Cristo.&amp;lt;br&amp;gt;Estas são as boas novas que espalhamos. Pregamos a Deus como Salvador e Senhor, e, todo seu governo salvador e magnífico como o Tesouro da vida, pleno de satisfação. Não oferecemos somente perdão para os pecados. Não oferecemos somente a imputação da virtude de Cristo. Não oferecemos somente a liderança e proteção do Senhor Jesus. Oferecemos Cristo como o Tesouro que todos os nossos anseios têm apontado. Todo o nosso desejo de posse tem apontado a isto. Toda a nossa luxúria tem apontado a isto. Todos os nossos vícios têm apontado a isto. Toda a nossa solidão tem apontado a isto. Todos os nossos desejos de casamento, amizades e sucesso e lazer e diversão e significância e influência têm apontado a Cristo, nosso Tesouro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos feitos para apreciar a Cristo. Assim também todas as pessoas do mundo. Esta é a notícia que espalhamos. Cristo morreu pelos pecadores para que cada obstáculo de culpa e corrupção e ira divina pudessem ser removidos dentre nós e nosso Tesouro pleno de satisfação. O final do evangelho aprecia a Cristo. Esta é a notícia que espalhamos. (Para mais meditações, veja Filipenses 3: 7-8; Mateus 13:44; João 15:11; 1 Coríntios 16:22). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Em quarto lugar, apreciar a Cristo é algo que mantemos nos organismos bíblicos chamados igrejas.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas agora, depois de vermos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*primeiro, que apreciar a Cristo é a experiência definitiva e eterna do próprio Deus, pois que ele aprecia o Filho, e &lt;br /&gt;
*segundo, que apreciar a Cristo é uma experiência que o Espírito Santo derrama dentro de nossos corações por sua presença exaltante de Cristo em nós, &lt;br /&gt;
*e, terceiro, que apreciar a Cristo é o objetivo das boas novas que espalhamos – que Cristo morreu e ressucitou para remover nosso pecado e a ira de Deus para que o povo justificado possa desfrutar de Cristo como seu tesouro para sempre-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
apenas agora é que podemos ver claramente porque a Igreja Batista de Belém chama nossa estratégia multiplicadora de ''Apreciando Juntos a Cristo''. Apenas agora podemos ouvir estas palavras pelo que elas realmente significam quando dizemos que ''Apreciando Juntos a Cristo ''é um movimento multiplicador de múltiplos campus, novas igrejas, e um Diaconato Global. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma premissa. Esta experiência central do universo e da vida Cristã – nomeadamente, apreciando a Cristo – é mantida dentro das igrejas. Deus ordenou que quando o povo encontrasse o “tesouro escondido no campo [Cristo!]” (Mateus 13:44) e estivesse convertido do apreço ao mundo para o apreço a Cristo, seria mantido e fortalecido e amadurecido e transformado e refinado e guiado e mobilizado nos organismos dos Cristãos chamados igrejas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Paulo diz, com relação à igreja, “que todas as coisas sejam feitas para a edificação” (1 Coríntios 14:26), ele quer dizer aprofundando e intensificando e fortalecendo a experiência de apreciar a Cristo. Para isto é que existe a igreja. A igreja é a noiva de Cristo (Efésios 5:25-32). Assim, as expressões locais da igreja universal (chamadas igrejas) são as de manter as afeições próprias de uma noiva por seu infinitamente valioso marido. Pelo ministério da Palavra (João 15:11) no poder do Espírito (João 16:14), a igreja mantém a experiência de apreciar a Cristo – por seus membros e pelo mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, oremos e trabalhemos por esta grande causa de gozar e manter e espalhar e mostrar a profunda experiência de apreciar a Cristo. E, para este fim, que amemos a multiplicação e crescimento das igrejas onde isto é mantido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Afetuosamente,&amp;lt;br&amp;gt;Pastor John&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Beta Cummins</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://en.gospeltranslations.org/wiki/How_God_and_Christians_Treasure_Christ,_Part_2/pt</id>
		<title>How God and Christians Treasure Christ, Part 2/pt</title>
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				<updated>2009-08-12T00:08:48Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Beta Cummins: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= {{InProcess|}}Como Deus e Cristãos Têm Apreço por Cristo - Parte 2&amp;lt;br&amp;gt;Por John Piper&amp;lt;br&amp;gt;Parte da Série See and Taste&amp;lt;br&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro vimos (no artigo da semana passada), que apreciar a Cristo é 1) em primeiro lugar, absolutamente em primeiro lugar – algo que Deus nosso Pai faz em seu coração. Em seguida 2) é algo que o Espírito Santo derrama dentro de nossos corações, então, apreciar a Cristo é o que nosso coração faz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Em terceiro lugar, apreciar a Cristo é a notícia que espalhamos para outros no poder do Espírito.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evangelho de Jesus Cristo é a notícia que informa que os pecadores não têm que se deparar com “a ira do Cordeiro” (Apocalipse 6:16), mas recebê-lo com nosso Tesouro, pleno de satisfação. Se nos redimirmos de apreciar o mundo mais que a Cristo e, em vez disso, recebermos a Cristo como nosso Salvador e Senhor e como o Tesouro de nossas vidas, “o cordeiro no meio do trono será [nosso] pastor, e irá [nos] guiar às fontes de água viva, e Deus enxugará cada lágrima de nossos olhos (Apocalipse 7:17). A boa nova de Cristo não é meramente que ele nos liberta da ira, mas que se torna nosso Tesouro. O evangelho não é meramente a ausência de dor, mas a presença de gozo eterno, nomeadamente, Cristo.&amp;lt;br&amp;gt;Estas são as boas novas que espalhamos. Pregamos a Deus como Salvador e Senhor, e, todo seu governo salvador e magnífico como o Tesouro da vida, pleno de satisfação. Não oferecemos somente perdão para os pecados. Não oferecemos somente a imputação da virtude de Cristo. Não oferecemos somente a liderança e proteção do Senhor Jesus. Oferecemos Cristo como o Tesouro que todos os nossos anseios têm apontado. Todo o nosso desejo de posse tem apontado a isto. Toda a nossa luxúria tem apontado a isto. Todos os nossos vícios têm apontado a isto. Toda a nossa solidão tem apontado a isto. Todos os nossos desejos de casamento, amizades e sucesso e lazer e diversão e significância e influência têm apontado a Cristo, nosso Tesouro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos feitos para apreciar a Cristo. Assim também todas as pessoas do mundo. Esta é a notícia que espalhamos. Cristo morreu pelos pecadores para que cada obstáculo de culpa e corrupção e ira divina pudessem ser removidos dentre nós e nosso Tesouro pleno de satisfação. O final do evangelho aprecia a Cristo. Esta é a notícia que espalhamos. (Para mais meditações, veja Filipenses 3: 7-8; Mateus 13:44; João 15:11; 1 Coríntios 16:22). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Em quarto lugar, apreciar a Cristo é algo que mantemos nos organismos bíblicos chamados igrejas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas agora, depois de vermos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*primeiro, que apreciar a Cristo é a experiência definitiva e eterna do próprio Deus, pois que ele aprecia o Filho, e&lt;br /&gt;
*segundo, que apreciar a Cristo é uma experiência que o Espírito Santo derrama dentro de nossos corações por sua presença exaltante de Cristo em nós,&lt;br /&gt;
*e, terceiro, que apreciar a Cristo é o objetivo das boas novas que espalhamos – que Cristo morreu e ressucitou para remover nosso pecado e a ira de Deus para que o povo justificado possa desfrutar de Cristo como seu tesouro para sempre-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
apenas agora é que podemos ver claramente porque a Igreja Batista de Belém chama nossa estratégia multiplicadora de ''Apreciando Juntos a Cristo''. Apenas agora podemos ouvir estas palavras pelo que elas realmente significam quando dizemos que ''Apreciando Juntos a Cristo ''é um movimento multiplicador de múltiplos campus, novas igrejas, e um Diaconato Global. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma premissa. Esta experiência central do universo e da vida Cristã – nomeadamente, apreciando a Cristo – é mantida dentro das igrejas. Deus ordenou que quando o povo encontrasse o “tesouro escondido no campo [Cristo!]” (Mateus 13:44) e estivesse convertido do apreço ao mundo para o apreço a Cristo, seria mantido e fortalecido e amadurecido e transformado e refinado e guiado e mobilizado nos organismos dos Cristãos chamados igrejas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Paulo diz, com relação à igreja, “que todas as coisas sejam feitas para a edificação” (1 Coríntios 14:26), ele quer dizer aprofundando e intensificando e fortalecendo a experiência de apreciar a Cristo. Para isto é que existe a igreja. A igreja é a noiva de Cristo (Efésios 5:25-32). Assim, as expressões locais da igreja universal (chamadas igrejas) são as de manter as afeições próprias de uma noiva por seu infinitamente valioso marido. Pelo ministério da Palavra (João 15:11) no poder do Espírito (João 16:14), a igreja mantém a experiência de apreciar a Cristo – por seus membros e pelo mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, oremos e trabalhemos por esta grande causa de gozar e manter e espalhar e mostrar a profunda experiência de apreciar a Cristo. E, para este fim, que amemos a multiplicação e crescimento das igrejas onde isto é mantido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Afetuosamente,&amp;lt;br&amp;gt;Pastor John&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Beta Cummins</name></author>	</entry>

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		<title>How God and Christians Treasure Christ, Part 2/pt</title>
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				<updated>2009-08-12T00:06:25Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Beta Cummins: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{InProcess|}}Como Deus e Cristãos Têm Apreço por Cristo - Parte 2&amp;lt;br&amp;gt;Por John Piper&amp;lt;br&amp;gt;Parte da Série See and Taste&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro vimos (no artigo da semana passada), que apreciar a Cristo é 1) em primeiro lugar, absolutamente em primeiro lugar – algo que Deus nosso Pai faz em seu coração. Em seguida 2) é algo que o Espírito Santo derrama dentro de nossos corações, então, apreciar a Cristo é o que nosso coração faz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em terceiro lugar, apreciar a Cristo é a notícia que espalhamos para outros no poder do Espírito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evangelho de Jesus Cristo é a notícia que informa que os pecadores não têm que se deparar com “a ira do Cordeiro” (Apocalipse 6:16), mas recebê-lo com nosso Tesouro, pleno de satisfação. Se nos redimirmos de apreciar o mundo mais que a Cristo e, em vez disso, recebermos a Cristo como nosso Salvador e Senhor e como o Tesouro de nossas vidas, “o cordeiro no meio do trono será [nosso] pastor, e irá [nos] guiar às fontes de água viva, e Deus enxugará cada lágrima de nossos olhos (Apocalipse 7:17). A boa nova de Cristo não é meramente que ele nos liberta da ira, mas que se torna nosso Tesouro. O evangelho não é meramente a ausência de dor, mas a presença de gozo eterno, nomeadamente, Cristo.&amp;lt;br&amp;gt;Estas são as boas novas que espalhamos. Pregamos a Deus como Salvador e Senhor, e, todo seu governo salvador e magnífico como o Tesouro da vida, pleno de satisfação. Não oferecemos somente perdão para os pecados. Não oferecemos somente a imputação da virtude de Cristo. Não oferecemos somente a liderança e proteção do Senhor Jesus. Oferecemos Cristo como o Tesouro que todos os nossos anseios têm apontado. Todo o nosso desejo de posse tem apontado a isto. Toda a nossa luxúria tem apontado a isto. Todos os nossos vícios têm apontado a isto. Toda a nossa solidão tem apontado a isto. Todos os nossos desejos de casamento, amizades e sucesso e lazer e diversão e significância e influência têm apontado a Cristo, nosso Tesouro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos feitos para apreciar a Cristo. Assim também todas as pessoas do mundo. Esta é a notícia que espalhamos. Cristo morreu pelos pecadores para que cada obstáculo de culpa e corrupção e ira divina pudessem ser removidos dentre nós e nosso Tesouro pleno de satisfação. O final do evangelho aprecia a Cristo. Esta é a notícia que espalhamos. (Para mais meditações, veja Filipenses 3: 7-8; Mateus 13:44; João 15:11; 1 Coríntios 16:22). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em quarto lugar, apreciar a Cristo é algo que mantemos nos organismos bíblicos chamados igrejas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas agora, depois de vermos&amp;lt;br&amp;gt;• primeiro, que apreciar a Cristo é a experiência definitiva e eterna do próprio Deus, pois que ele aprecia o Filho, e&amp;lt;br&amp;gt;• segundo, que apreciar a Cristo é uma experiência que o Espírito Santo derrama dentro de nossos corações por sua presença exaltante de Cristo em nós,&amp;lt;br&amp;gt;• e, terceiro, que apreciar a Cristo é o objetivo das boas novas que espalhamos – que Cristo morreu e ressucitou para remover nosso pecado e a ira de Deus para que o povo justificado possa desfrutar de Cristo como seu tesouro para sempre- &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
apenas agora é que podemos ver claramente porque a Igreja Batista de Belém chama nossa estratégia multiplicadora de Apreciando Juntos a Cristo. Apenas agora podemos ouvir estas palavras pelo que elas realmente significam quando dizemos que Apreciando Juntos a Cristo é um movimento multiplicador de múltiplos campus, novas igrejas, e um Diaconato Global. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma premissa. Esta experiência central do universo e da vida Cristã – nomeadamente, apreciando a Cristo – é mantida dentro das igrejas. Deus ordenou que quando o povo encontrasse o “tesouro escondido no campo [Cristo!]” (Mateus 13:44) e estivesse convertido do apreço ao mundo para o apreço a Cristo, seria mantido e fortalecido e amadurecido e transformado e refinado e guiado e mobilizado nos organismos dos Cristãos chamados igrejas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Paulo diz, com relação à igreja, “que todas as coisas sejam feitas para a edificação” (1 Coríntios 14:26), ele quer dizer aprofundando e intensificando e fortalecendo a experiência de apreciar a Cristo. Para isto é que existe a igreja. A igreja é a noiva de Cristo (Efésios 5:25-32). Assim, as expressões locais da igreja universal (chamadas igrejas) são as de manter as afeições próprias de uma noiva por seu infinitamente valioso marido. Pelo ministério da Palavra (João 15:11) no poder do Espírito (João 16:14), a igreja mantém a experiência de apreciar a Cristo – por seus membros e pelo mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, oremos e trabalhemos por esta grande causa de gozar e manter e espalhar e mostrar a profunda experiência de apreciar a Cristo. E, para este fim, que amemos a multiplicação e crescimento das igrejas onde isto é mantido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Afetuosamente,&amp;lt;br&amp;gt;Pastor John&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Beta Cummins</name></author>	</entry>

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		<id>http://en.gospeltranslations.org/wiki/A_Very_Precious_and_Practical_Doctrine/pt</id>
		<title>A Very Precious and Practical Doctrine/pt</title>
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				<updated>2009-08-09T21:26:13Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Beta Cummins: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Uma Doutrina Valiosa e Prática}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No último domingo à noite, fiquei contente em ouvir a verdade sagrada da soberania de Deus, exaltada por Glen e June. É uma doutrina valiosa. Mas talvez, alguns de vocês gostariam de alguma luz bíblica no assunto. A palavra “soberania” (assim como a palavra “trindade”), não aparece na Bíblia. Eu a utilizo para referir-me a esta verdade: Deus está no definitivo controle do mundo, desde a maior conspiração internacional até a menor queda de um pássaro na floresta. É assim como a Bíblia nos mostra: “Eu sou o Deus e não há outro... meu conselho subsistirá (Isaías 46:10). “Deus faz de acordo à sua vontade no exército do céu e entre os habitantes da terra e não há quem possa deter sua mão ou dizer-lhe, ‘O que faz tú?’” (Daniel 4:35). “Mas ele é imutável e quem poderá alterá-lo? O que ele desejar, isto fará. Pois cumprirá o que está ordenado a meu respeito” (Jó 23:13-14). “Nosso Deus está nos céus; ele faz tudo o que lhe apraz” (Salmos 115:3).&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma razão pela qual esta doutrina é tão valiosa para os fiéis é que sabemos que o maior desejo de Deus é mostrar misericórdia e bondade àqueles que nele confiam (Efésios 2:7; Salmos 37:3-7; Provérbios 29:25). A soberania de Deus significa que o plano traçado para nós não poderá ser frustrado. Nada, absolutamente nada vem a acontecer aos que “amam a Deus e são chamados de acordo ao seu propósito” além do que é para nosso mais profundo e absoluto bem (Salmos 84:11). Assim sendo, a misericórdia e soberania de Deus são os pilares da minha vida. São a esperança do meu futuro, a energia da minha servidão, o centro da minha teologia, o laço do meu matrimônio, o melhor remédio para todos os meus males, a terapia para minhas inseguranças. E quando eu vier a morrer (cedo ou tarde), estas duas verdades estarão ao meu leito e com mãos infinitamente firmes e infinitamente suaves me elevarão para Deus.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a esposa de durante 39 anos de George Müller faleceu, o sermão pregado por ele em seu funeral saiu do texto “Tu és bom e fazes o bem” (Salmos 119:68). Ele descreve como havia orado quando descobriu que sua esposa tinha febre reumática: “Sim, meu Pai, a hora de minha querida esposa está em Suas mãos. Tú farás o melhor para ela, e para mim, seja vida ou morte. Se é de teu agrado, eleve ainda mais uma vez minha amada esposa – Tú eres capaz de fazê-lo, ainda que ela esteja tão enferma; mas seja qual for a forma como Tú operes comigo, ajude-me a que continúe a estar perfeitamente satisfeito com Tua divina vontade”. A vontade do Senhor foi de levá-la. Assim, com grande confiança na soberana misericórdia de Deus, Müller disse, “Eu me curvo, estou satisfeito com a vontade de meu Pai Divino, busco glorificá-lo em perfeita submissão à sua vontade, beijo constantemente a mão que me afligiu... Sem esforço algum minha alma, em seu mais profundo, continuamente se alegra na alegria de minha amada que partiu. Sua felicidade me traz alegria. Minha querida filha e eu não a teríamos de volta, se fosse possível fazê-lo com um mover da mão. Deus o fez; estamos satisfeitos com Ele”.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na mão poderosa de Deus, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Pastor John&amp;amp;nbsp;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Beta Cummins</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Beta Cummins: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Uma Doutrina Valiosa e Prática}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No último domingo, me regozijei em ouvir a abençoada verdade da soberania de Deus, exaltada por Glen e June. É uma doutrina valiosa. Mas talvez, alguns de vocês gostariam de alguma luz bíblica no assunto. A palavra “soberania” (assim como a palavra “trindade”), não aparece na Bíblia. Eu a utilizo para referir-me a esta verdade: Deus está no definitivo controle do mundo, desde a maior conspiração internacional até a menor queda de um pássaro na floresta. É assim como a Bíblia nos mostra: “Eu sou o Deus e não há outro... meu conselho subsistirá (Isaías 46:10). “Deus faz de acordo à sua vontade no exército do céu e entre os habitantes da terra e não há quem possa deter sua mão ou dizer-lhe, ‘O que faz tú?’” (Daniel 4:35). “Mas ele é imutável e quem poderá alterá-lo? O que ele desejar, isto fará. Pois cumprirá o que está ordenado a meu respeito” (Jó 23:13-14). “Nosso Deus está nos céus; ele faz tudo o que lhe apraz” (Salmos 115:3).&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma razão pela qual esta doutrina é tão valiosa para os fiéis é que sabemos que o maior desejo de Deus é mostrar misericórdia e bondade àqueles que nele confiam (Efésios 2:7; Salmos 37:3-7; Provérbios 29:25). A soberania de Deus significa que o plano traçado para nós não poderá ser frustrado. Nada, absolutamente nada vem a acontecer aos que “amam a Deus e são chamados de acordo ao seu propósito” além do que é para nosso mais profundo e absoluto bem (Salmos 84:11). Assim sendo, a misericórdia e soberania de Deus são os pilares da minha vida. São a esperança do meu futuro, a energia da minha servidão, o centro da minha teologia, o laço do meu matrimônio, o melhor remédio para todos os meus males, a terapia para minhas inseguranças. E quando eu vier a morrer (cedo ou tarde), estas duas verdades estarão ao meu leito e com mãos infinitamente firmes e infinitamente suaves me elevarão para Deus.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a esposa de durante 39 anos de George Müller faleceu, o sermão pregado por ele em seu funeral saiu do texto “Tu és bom e fazes o bem” (Salmos 119:68). Ele descreve como havia orado quando descobriu que sua esposa tinha febre reumática: “Sim, meu Pai, a hora de minha querida esposa está em Suas mãos. Tú farás o melhor para ela, e para mim, seja vida ou morte. Se é de teu agrado, eleve ainda mais uma vez minha amada esposa – Tú eres capaz de fazê-lo, ainda que ela esteja tão enferma; mas seja qual for a forma como Tú operes comigo, ajude-me a que continúe a estar perfeitamente satisfeito com Tua divina vontade”. A vontade do Senhor foi de levá-la. Assim, com grande confiança na soberana misericórdia de Deus, Müller disse, “Eu me curvo, estou satisfeito com a vontade de meu Pai Divino, busco glorificá-lo em perfeita submissão à sua vontade, beijo constantemente a mão que me afligiu... Sem esforço algum minha alma, em seu mais profundo, continuamente se alegra na alegria de minha amada que partiu. Sua felicidade me traz alegria. Minha querida filha e eu não a teríamos de volta, se fosse possível fazê-lo com um mover da mão. Deus o fez; estamos satisfeitos com Ele”.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na mão poderosa de Deus, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Pastor John&amp;amp;nbsp;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Beta Cummins</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Beta Cummins: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Uma Doutrina Valiosa e Prática}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No último domingo, me regozijei em ouvir a abençoada verdade da soberania de Deus, exaltada por Glen e June. É uma doutrina valiosa. Mas talvez, alguns de vocês gostariam de alguma luz bíblica no assunto. A palavra “soberania” (assim como a palavra “trindade”), não aparece na Bíblia. Eu a utilizo para referir-me a esta verdade: Deus está no definitivo controle do mundo, desde a maior conspiração internacional até a menor queda de um pássaro na floresta. É assim como a Bíblia nos mostra: “Eu sou o Deus e não há outro... meu conselho subsistirá (Isaías 46:10). “Deus faz de acordo à sua vontade no exército do céu e entre os habitantes da terra e não há quem possa deter sua mão ou dizer-lhe, ‘O que faz tú?’” (Daniel 4:35). “Mas ele é imutável e quem poderá alterá-lo? O que ele desejar, isto fará. Pois cumprirá o que está ordenado a meu respeito” (Jó 23:13-14). “Nosso Deus está nos céus; ele faz tudo o que lhe apraz” (Salmos 115:3).&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma razão pela qual esta doutrina é tão valiosa para os fiéis é que sabemos que o maior desejo de Deus é mostrar misericórdia e bondade àqueles que nele confiam (Efésios 2:7; s 37:3-7; Provérbios 29:25). A soberania de Deus significa que o plano traçado para nós não poderá ser frustrado. Nada, absolutamente nada vem a acontecer aos que “amam a Deus e são chamados de acordo ao seu propósito” além do que é para nosso mais profundo e absoluto bem (Salmos 84:11). Assim sendo, a misericórdia e soberania de Deus são os pilares da minha vida. São a esperança do meu futuro, a energia da minha servidão, o centro da minha teologia, o laço do meu matrimônio, o melhor remédio para todos os meus males, a terapia para minhas inseguranças. E quando eu vier a morrer (cedo ou tarde), estas duas verdades estarão ao meu leito e com mãos infinitamente firmes e infinitamente suaves me elevarão para Deus.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a esposa de durante 39 anos de George Müller faleceu, o sermão pregado por ele em seu funeral saiu do texto “Tu és bom e fazes o bem” (Salmos 119:68). Ele descreve como havia orado quando descobriu que sua esposa tinha febre reumática: “Sim, meu Pai, a hora de minha querida esposa está em Suas mãos. Tú farás o melhor para ela, e para mim, seja vida ou morte. Se é de teu agrado, eleve ainda mais uma vez minha amada esposa – Tú eres capaz de fazê-lo, ainda que ela esteja tão enferma; mas seja qual for a forma como Tú operes comigo, ajude-me a que continúe a estar perfeitamente satisfeito com Tua divina vontade”. A vontade do Senhor foi de levá-la. Assim, com grande confiança na soberana misericórdia de Deus, Müller disse, “Eu me curvo, estou satisfeito com a vontade de meu Pai Divino, busco glorificá-lo em perfeita submissão à sua vontade, beijo constantemente a mão que me afligiu... Sem esforço algum minha alma, em seu mais profundo, continuamente se alegra na alegria de minha amada que partiu. Sua felicidade me traz alegria. Minha querida filha e eu não a teríamos de volta, se fosse possível fazê-lo com um mover da mão. Deus o fez; estamos satisfeitos com Ele”.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na mão poderosa de Deus, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Pastor John&amp;amp;nbsp;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Beta Cummins</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://en.gospeltranslations.org/wiki/A_Very_Precious_and_Practical_Doctrine/pt</id>
		<title>A Very Precious and Practical Doctrine/pt</title>
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				<updated>2009-08-09T21:10:37Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Beta Cummins: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Uma Doutrina Valiosa e Prática}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No último domingo, me regozijei em ouvir a abençoada verdade da soberania de Deus, exaltada por Glen e June. É uma doutrina valiosa. Mas talvez, alguns de vocês gostariam de alguma luz bíblica no assunto. A palavra “soberania” (assim como a palavra “trindade”), não aparece na Bíblia. Eu a utilizo para referir-me a esta verdade: Deus está no definitivo controle do mundo, desde a maior conspiração internacional até a menor queda de um pássaro na floresta. É assim como a Bíblia nos mostra: “Eu sou o Deus e não há outro... meu conselho subsistirá (Isaías 46:10). “Deus faz de acordo à sua vontade no exército do céu e entre os habitantes da terra e não há quem possa deter sua mão ou dizer-lhe, ‘O que faz tú?’” (Daniel 4:35). “Mas ele é imutável e quem poderá alterá-lo? O que ele desejar, isto fará. Pois cumprirá o que está ordenado a meu respeito” (Jó 23:13-14). “Nosso Deus está nos céus; ele faz tudo o que lhe apraz” (Salmos 115:3).&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma razão pela qual esta doutrina é tão valiosa para os fiéis é que sabemos que o maior desejo de Deus é mostrar misericórdia e bondade àqueles que nele confiam (Efésios 2:7; s 37:3-7; Provérbios 29:25). A soberania de Deus significa que o plano traçado para nós não poderá ser frustrado. Nada, absolutamente nada vem a acontecer aos que “amam a Deus e são chamados de acordo ao seu propósito” além do que é para nosso mais profundo e absoluto bem (Salmos 84:11). Assim sendo, a misericórdia e soberania de Deus são os pilares da minha vida. São a esperança do meu futuro, a energia da minha servidão, o centro da minha teologia, o laço do meu matrimônio, o melhor remédio para todos os meus males, a terapia para minhas inseguranças. E quando eu vier a morrer (cedo ou tarde), estas duas verdades estarão ao meu leito e com mãos infinitamente firmes e infinitamente suaves me elevarão para Deus.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a esposa de durante 39 anos de George Müller faleceu, o sermão pregado por ele em seu funeral saiu do texto “Tu és bom e fazes o bem” (Salmos 119:68). Ele descreve como havia orado quando descobriu que sua esposa tinha febre reumática: “Sim, meu Pai, a hora de minha querida esposa está em Suas mãos. Tú farás o melhor para ela, e para mim, seja vida ou morte. Se é de teu agrado, eleve ainda mais uma vez minha amada esposa – Tú eres capaz de fazê-lo, ainda que ela esteja tão enferma; mas seja qual for a forma como Tú operes comigo, ajude-me a que continúe a estar perfeitamente satisfeito com Tua divina vontade”. A vontade do Senhor foi de levá-la. Assim, com grande confiança na soberana misericórdia de Deus, Müller disse, “Eu me curvo, estou satisfeito com a vontade de meu Pai Divino, busco glorificá-lo em perfeita submissão à sua vontade, beijo constantemente a mão que me afligiu... Sem esforço algum minha alma, em seu mais profundo, continuamente se alegra na alegria de minha amada que partiu. Sua felicidade me traz alegria. Minha querida filha e eu não a teríamos de volta, se fosse possível fazê-lo com um mover da mão. Deus o fez; estamos satisfeitos com Ele”.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na mão poderosa de Deus, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Pastor John&amp;amp;nbsp;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Beta Cummins</name></author>	</entry>

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		<id>http://en.gospeltranslations.org/wiki/A_Very_Precious_and_Practical_Doctrine/pt</id>
		<title>A Very Precious and Practical Doctrine/pt</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Beta Cummins: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Uma Doutrina Valiosa e Prática}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=  =&lt;br /&gt;
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No último domingo, me regozijei em ouvir a abençoada verdade da soberania de Deus, exaltada por Glen e June. É uma doutrina valiosa. Mas talvez, alguns de vocês gostariam de alguma luz bíblica no assunto. A palavra “soberania” (assim como a palavra “trindade”), não aparece na Bíblia. Eu a utilizo para referir-me a esta verdade: Deus está no definitivo controle do mundo, desde a maior conspiração internacional até a menor queda de um pássaro na floresta. É assim como a Bíblia nos mostra: “Eu sou o Deus e não há outro... meu conselho subsistirá (Isaías 46:10). “Deus faz de acordo à sua vontade no exército do céu e entre os habitantes da terra e não há quem possa deter sua mão ou dizer-lhe, ‘O que faz tú?’” (Daniel 4:35). “Mas ele é imutável e quem poderá alterá-lo? O que ele desejar, isto fará. Pois cumprirá o que está ordenado a meu respeito” (Jó 23:13-14). “Nosso Deus está nos céus; ele faz tudo o que lhe apraz” (Salmos 115:3).&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
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Uma razão pela qual esta doutrina é tão valiosa para os fiéis é que sabemos que o maior desejo de Deus é mostrar misericórdia e bondade àqueles que nele confiam (Efésios 2:7; s 37:3-7; Provérbios 29:25). A soberania de Deus significa que o plano traçado para nós não poderá ser frustrado. Nada, absolutamente nada vem a acontecer aos que “amam a Deus e são chamados de acordo ao seu propósito” além do que é para nosso mais profundo e absoluto bem (s 84:11). Assim sendo, a misericórdia e soberania de Deus são os pilares da minha vida. São a esperança do meu futuro, a energia da minha servidão, o centro da minha teologia, o laço do meu matrimônio, o melhor remédio para todos os meus males, a terapia para minhas inseguranças. E quando eu vier a morrer (cedo ou tarde), estas duas verdades estarão ao meu leito e com mãos infinitamente firmes e infinitamente suaves me elevarão para Deus.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
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Quando a esposa de durante 39 anos de George Müller faleceu, o sermão pregado por ele em seu funeral saiu do texto “Tu és bom e fazes o bem” (Salmo 119:68). Ele descreve como havia orado quando descobriu que sua esposa tinha febre reumática: “Sim, meu Pai, a hora de minha querida esposa está em Suas mãos. Tú farás o melhor para ela, e para mim, seja vida ou morte. Se é de teu agrado, eleve ainda mais uma vez minha amada esposa – Tú eres capaz de fazê-lo, ainda que ela esteja tão enferma; mas seja qual for a forma como Tú operes comigo, ajude-me a que continúe a estar perfeitamente satisfeito com Tua divina vontade”. A vontade do Senhor foi de levá-la. Assim, com grande confiança na soberana misericórdia de Deus, Müller disse, “Eu me curvo, estou satisfeito com a vontade de meu Pai Divino, busco glorificá-lo em perfeita submissão à sua vontade, beijo constantemente a mão que me afligiu... Sem esforço algum minha alma, em seu mais profundo, continuamente se alegra na alegria de minha amada que partiu. Sua felicidade me traz alegria. Minha querida filha e eu não a teríamos de volta, se fosse possível fazê-lo com um mover da mão. Deus o fez; estamos satisfeitos com Ele”.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
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Na mão poderosa de Deus, &lt;br /&gt;
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&amp;lt;br&amp;gt;Pastor John&amp;amp;nbsp;&lt;/div&gt;</summary>
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No último domingo, me regozijei em ouvir a abençoada verdade da soberania de Deus, exaltada por Glen e June. É uma doutrina valiosa. Mas talvez, alguns de vocês gostariam de alguma luz bíblica no assunto. A palavra “soberania” (assim como a palavra “trindade”), não aparece na Bíblia. Eu a utilizo para referir-me a esta verdade: Deus está no definitivo controle do mundo, desde a maior conspiração internacional até a menor queda de um pássaro na floresta. É assim como a Bíblia nos mostra: “Eu sou o Deus e não há outro... meu conselho subsistirá (Isaías 46:10). “Deus faz de acordo à sua vontade no exército do céu e entre os habitantes da terra e não há quem possa deter sua mão ou dizer-lhe, ‘O que faz tú?’” (Daniel 4:35). “Mas ele é imutável e quem poderá alterá-lo? O que ele desejar, isto fará. Pois cumprirá o que está ordenado a meu respeito” (Jó 23:13-14). “Nosso Deus está nos céus; ele faz tudo o que lhe apraz” (Salmos 115:3).&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
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Uma razão pela qual esta doutrina é tão valiosa para os fiéis é que sabemos que o maior desejo de Deus é mostrar misericórdia e bondade àqueles que nele confiam (Efésios 2:7; s 37:3-7; Provérbios 29:25). A soberania de Deus significa que o plano traçado para nós não poderá ser frustrado. Nada, absolutamente nada vem a acontecer aos que “amam a Deus e são chamados de acordo ao seu propósito” além do que é para nosso mais profundo e absoluto bem (s 84:11). Assim sendo, a misericórdia e soberania de Deus são os pilares da minha vida. São a esperança do meu futuro, a energia da minha servidão, o centro da minha teologia, o laço do meu matrimônio, o melhor remédio para todos os meus males, a terapia para minhas inseguranças. E quando eu vier a morrer (cedo ou tarde), estas duas verdades estarão ao meu leito e com mãos infinitamente firmes e infinitamente suaves me elevarão para Deus.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
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Quando a esposa de durante 39 anos de George Müller faleceu, o sermão pregado por ele em seu funeral saiu do texto “Tu és bom e fazes o bem” (Salmo 119:68). Ele descreve como havia orado quando descobriu que sua esposa tinha febre reumática: “Sim, meu Pai, a hora de minha querida esposa está em Suas mãos. Tú farás o melhor para ela, e para mim, seja vida ou morte. Se é de teu agrado, eleve ainda mais uma vez minha amada esposa – Tú eres capaz de fazê-lo, ainda que ela esteja tão enferma; mas seja qual for a forma como Tú operes comigo, ajude-me a que continúe a estar perfeitamente satisfeito com Tua divina vontade”. A vontade do Senhor foi de levá-la. Assim, com grande confiança na soberana misericórdia de Deus, Müller disse, “Eu me curvo, estou satisfeito com a vontade de meu Pai Divino, busco glorificá-lo em perfeita submissão à sua vontade, beijo constantemente a mão que me afligiu... Sem esforço algum minha alma, em seu mais profundo, continuamente se alegra na alegria de minha amada que partiu. Sua felicidade me traz alegria. Minha querida filha e eu não a teríamos de volta, se fosse possível fazê-lo com um mover da mão. Deus o fez; estamos satisfeitos com Ele”.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
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&amp;lt;br&amp;gt;Pastor John&amp;amp;nbsp;&lt;/div&gt;</summary>
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No último domingo, me regozijei em ouvir a abençoada verdade da soberania de Deus, exaltada por Glen e June. É uma doutrina valiosa. Mas talvez, alguns de vocês gostariam de alguma luz bíblica no assunto. A palavra “soberania” (assim como a palavra “trindade”), não aparece na Bíblia. Eu a utilizo para referir-me a esta verdade: Deus está no definitivo controle do mundo, desde a maior conspiração internacional até a menor queda de um pássaro na floresta. É assim como a Bíblia nos mostra: “Eu sou o Deus e não há outro... meu conselho subsistirá (Isaías 46:10). “Deus faz de acordo à sua vontade no exército do céu e entre os habitantes da terra e não há quem possa deter sua mão ou dizer-lhe, ‘O que faz tú?’” (Daniel 4:35). “Mas ele é imutável e quem poderá alterá-lo? O que ele desejar, isto fará. Pois cumprirá o que está ordenado a meu respeito” (Jó 23:13-14). “Nosso Deus está nos céus; ele faz tudo o que lhe apraz” (Salmos 115:3).&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
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Uma razão pela qual esta doutrina é tão valiosa para os fiéis é que sabemos que o maior desejo de Deus é mostrar misericórdia e bondade àqueles que nele confiam (Efésios 2:7; s 37:3-7; Provérbios 29:25). A soberania de Deus significa que o plano traçado para nós não poderá ser frustrado. Nada, absolutamente nada vem a acontecer aos que “amam a Deus e são chamados de acordo ao seu propósito” além do que é para nosso mais profundo e absoluto bem (s 84:11). Assim sendo, a misericórdia e soberania de Deus são os pilares da minha vida. São a esperança do meu futuro, a energia da minha servidão, o centro da minha teologia, o laço do meu matrimônio, o melhor remédio para todos os meus males, a terapia para minhas inseguranças. E quando eu vier a morrer (cedo ou tarde), estas duas verdades estarão ao meu leito e com mãos infinitamente firmes e infinitamente suaves me elevarão para Deus.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
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Quando a esposa de durante 39 anos de George Müller faleceu, o sermão pregado por ele em seu funeral saiu do texto “Tu és bom e fazes o bem” (Salmo 119:68). Ele descreve como havia orado quando descobriu que sua esposa tinha febre reumática: “Sim, meu Pai, a hora de minha querida esposa está em Suas mãos. Tú farás o melhor para ela, e para mim, seja vida ou morte. Se é de teu agrado, eleve ainda mais uma vez minha amada esposa – Tú eres capaz de fazê-lo, ainda que ela esteja tão enferma; mas seja qual for a forma como Tú operes comigo, ajude-me a que continúe a estar perfeitamente satisfeito com Tua divina vontade”. A vontade do Senhor foi de levá-la. Assim, com grande confiança na soberana misericórdia de Deus, Müller disse, “Eu me curvo, estou satisfeito com a vontade de meu Pai Divino, busco glorificá-lo em perfeita submissão à sua vontade, beijo constantemente a mão que me afligiu... Sem esforço algum minha alma, em seu mais profundo, continuamente se alegra na alegria de minha amada que partiu. Sua felicidade me traz alegria. Minha querida filha e eu não a teríamos de volta, se fosse possível fazê-lo com um mover da mão. Deus o fez; estamos satisfeitos com Ele”.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
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&lt;div&gt;No último domingo, me regozijei em ouvir a abençoada verdade da soberania de Deus, exaltada por Glen e June. É uma doutrina valiosa. Mas talvez, alguns de vocês gostariam de alguma luz bíblica no assunto. A palavra “soberania” (assim como a palavra “trindade”), não aparece na Bíblia. Eu a utilizo para referir-me a esta verdade: Deus está no definitivo controle do mundo, desde a maior conspiração internacional até a menor queda de um pássaro na floresta. É assim como a Bíblia nos mostra: “Eu sou o Deus e não há outro... meu conselho subsistirá (Isaías 46:10). “Deus faz de acordo à sua vontade no exército do céu e entre os habitantes da terra e não há quem possa deter sua mão ou dizer-lhe, ‘O que faz tú?’” (Daniel 4:35). “Mas ele é imutável e quem poderá alterá-lo? O que ele desejar, isto fará. Pois cumprirá o que está ordenado a meu respeito” (Jó 23:13-14). “Nosso Deus está nos céus; ele faz tudo o que lhe apraz” (Salmos 115:3).&amp;lt;br&amp;gt;Uma razão pela qual esta doutrina é tão valiosa para os fiéis é que sabemos que o maior desejo de Deus é mostrar misericórdia e bondade àqueles que nele confiam (Efésios 2:7; s 37:3-7; Provérbios 29:25). A soberania de Deus significa que o plano traçado para nós não poderá ser frustrado. Nada, absolutamente nada vem a acontecer aos que “amam a Deus e são chamados de acordo ao seu propósito” além do que é para nosso mais profundo e absoluto bem (s 84:11). Assim sendo, a misericórdia e soberania de Deus são os pilares da minha vida. São a esperança do meu futuro, a energia da minha servidão, o centro da minha teologia, o laço do meu matrimônio, o melhor remédio para todos os meus males, a terapia para minhas inseguranças. E quando eu vier a morrer (cedo ou tarde), estas duas verdades estarão ao meu leito e com mãos infinitamente firmes e infinitamente suaves me elevarão para Deus.&amp;lt;br&amp;gt;Quando a esposa de durante 39 anos de George Müller faleceu, o sermão pregado por ele em seu funeral saiu do texto “Tu és bom e fazes o bem” (Salmo 119:68). Ele descreve como havia orado quando descobriu que sua esposa tinha febre reumática: “Sim, meu Pai, a hora de minha querida esposa está em Suas mãos. Tú farás o melhor para ela, e para mim, seja vida ou morte. Se é de teu agrado, eleve ainda mais uma vez minha amada esposa – Tú eres capaz de fazê-lo, ainda que ela esteja tão enferma; mas seja qual for a forma como Tú operes comigo, ajude-me a que continúe a estar perfeitamente satisfeito com Tua divina vontade”. A vontade do Senhor foi de levá-la. Assim, com grande confiança na soberana misericórdia de Deus, Müller disse, “Eu me curvo, estou satisfeito com a vontade de meu Pai Divino, busco glorificá-lo em perfeita submissão à sua vontade, beijo constantemente a mão que me afligiu... Sem esforço algum minha alma, em seu mais profundo, continuamente se alegra na alegria de minha amada que partiu. Sua felicidade me traz alegria. Minha querida filha e eu não a teríamos de volta, se fosse possível fazê-lo com um mover da mão. Deus o fez; estamos satisfeitos com Ele”.&amp;lt;br&amp;gt;Na mão poderosa de Deus,&amp;lt;br&amp;gt;Pastor John&lt;br /&gt;
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&lt;div&gt;No último domingo, me regozijei em ouvir a abençoada verdade da soberania de Deus, exaltada por Glen e June. É uma doutrina valiosa. Mas talvez, alguns de vocês gostariam de alguma luz bíblica no assunto. A palavra “soberania” (assim como a palavra “trindade”), não aparece na Bíblia. Eu a utilizo para referir-me a esta verdade: Deus está no definitivo controle do mundo, desde a maior conspiração internacional até a menor queda de um pássaro na floresta. É assim como a Bíblia nos mostra: “Eu sou o Deus e não há outro... meu conselho subsistirá (Isaías 46:10). “Deus faz de acordo à sua vontade no exército do céu e entre os habitantes da terra e não há quem possa deter sua mão ou dizer-lhe, ‘O que faz tú?’” (Daniel 4:35). “Mas ele é imutável e quem poderá alterá-lo? O que ele desejar, isto fará. Pois cumprirá o que está ordenado a meu respeito” (Jó 23:13-14). “Nosso Deus está nos céus; ele faz tudo o que lhe apraz” (Salmos 115:3). &lt;br /&gt;
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Uma razão pela qual esta doutrina é tão valiosa para os fiéis é que sabemos que o maior desejo de Deus é mostrar misericórdia e bondade àqueles que nele confiam (Efésios 2:7; s 37:3-7; Provérbios 29:25). A soberania de Deus significa que o plano traçado para nós não poderá ser frustrado. Nada, absolutamente nada vem a acontecer aos que “amam a Deus e são chamados de acordo ao seu propósito” além do que é para nosso mais profundo e absoluto bem (Salmos 84:11). Assim sendo, a misericórdia e soberania de Deus são os pilares da minha vida. São a esperança do meu futuro, a energia da minha servidão, o centro da minha teologia, o laço do meu matrimônio, o melhor remédio para todos os meus males, a terapia para minhas inseguranças. E quando eu vier a morrer (cedo ou tarde), estas duas verdades estarão ao meu leito e com mãos infinitamente firmes e infinitamente suaves me elevarão para Deus. &lt;br /&gt;
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Quando a esposa de durante 39 anos de George Müller faleceu, o sermão pregado por ele em seu funeral saiu do texto “Tu és bom e fazes o bem” (Salmos 119:68). Ele descreve como havia orado quando descobriu que sua esposa tinha febre reumática: “Sim, meu Pai, a hora de minha querida esposa está em Suas mãos. Tú farás o melhor para ela, e para mim, seja vida ou morte. Se é de teu agrado, eleve ainda mais uma vez minha amada esposa – Tú eres capaz de fazê-lo, ainda que ela esteja tão enferma; mas seja qual for a forma como Tú operes comigo, ajude-me a que continúe a estar perfeitamente satisfeito com Tua divina vontade”. A vontade do Senhor foi de levá-la. Assim, com grande confiança na soberana misericórdia de Deus, Müller disse, “Eu me curvo, estou satisfeito com a vontade de meu Pai Divino, busco glorificá-lo em perfeita submissão à sua vontade, beijo constantemente a mão que me afligiu... Sem esforço algum minha alma, em seu mais profundo, continuamente se alegra na alegria de minha amada que partiu. Sua felicidade me traz alegria. Minha querida filha e eu não a teríamos de volta, se fosse possível fazê-lo com um mover da mão. Deus o fez; estamos satisfeitos com Ele”.&lt;br /&gt;
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